| Educadores aprovam utilização de games em sala de aula Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 09:23 hs. |
| 15/09/2011 - Ainda não está claro quais serão os impactos reais dos jogos eletrônicos no desenvolvimento de crianças e adolescentes, mas as iniciativas para combinar conteúdo pedagógico com o universo dos games vêm se multiplicando nas escolas brasileiras, com apoio dos educadores. Por Moacir Drska e Luciano Máximo O tema, que permanecia restrito aos profissionais do ensino, ganhou destaque nesta semana, quando o governo federal anunciou que estuda reduzir o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) cobrado sobre os jogos digitais, desde que eles tenham aplicação educacional. Para Rosemeire da Silva, coordenadora do curso de espanhol do Colégio Bandeirantes, de São Paulo, a junção entre educação e games é uma das alternativas mais eficazes para resolver um dos principais dilemas contemporâneos no setor de educação. "Hoje, os alunos estão muito expostos à linguagem digital. Dessa forma, reunir esses elementos faz com que a gente se aproxime com mais facilidade do cotidiano dos estudantes", diz. Na avaliação dos educadores ouvidos pelo Valor, mais do que reduzir essa lacuna, a associação com os recursos narrativos e gráficos dos jogos permite que os alunos ampliem o entendimento de conteúdos específicos e, ao mesmo tempo, desenvolvam aspectos como a colaboração e a interação com seus pares. "Como lidam muito com desafios e superação de fases, os games acabam fazendo com que eles troquem informações e se ajudem", diz Kátia Aparecida de Castro, professora de ciências de ensino fundamental do Colégio Pueri Domus, de São Paulo. No Rio, notas dos alunos de 410 escolas que usam jogos digitais são até 20% maiores que no restante da rede Depois de adotar lousas digitais nas salas de aula em 2009 e distribuir netbooks e tablets aos alunos, o Pueri Domus identificou a necessidade de investir na oferta de games por meio do portal do colégio. "A ideia era que eles não se limitassem às pesquisas na internet e que as aulas pudessem ter esse elemento lúdico", diz Kátia. Vinicius Nobre, gerente de produtos da Cultura Inglesa, reforça outros fatores inerentes aos jogos digitais. "No nosso caso, eles permitem que o idioma seja um meio e não o objetivo final, ao contrário do que acontece nos métodos tradicionais. O estudante aprende sem perceber". A rede oferece mais de 100 jogos em seu portal. O desenho dessas iniciativas não se restringe aos colégios particulares. No Rio de Janeiro, das 1.064 escolas da rede municipal, 410 contam com um programa pedagógico aliado a tecnologias e jogos digitais, batizado de Educopedia. Nas séries iniciais do ensino fundamental o uso é interativo, com a mistura de animações e games que ajudam as crianças a fazer operações básicas de matemática, montar sílabas e até rimar. Rafael Parente, da área de projetos estratégicos da Secretaria Municipal de Educação do Rio, conta que as notas das provas bimestrais das escolas que utilizam o Educopedia são, em média, de 10% a 20% superiores às do resto da rede. "Devemos usar os jogos para a aprendizagem porque é a maneira mais fácil de ensinar, por reunir motivação e atrair o interesse da criança e do jovem para o aprendizado. Estamos fazendo forte campanha para convencer os professores mais resistentes para que o Educopedia seja totalmente difundido na rede", diz Parente. O interesse das escolas começa a movimentar os fornecedores. Fred Vasconcelos, diretor-executivo da Joy Street, estúdio de desenvolvimento de games para educação e treinamento, conta que a empresa foi formada há três anos, a partir de um projeto realizado para a Secretaria Estadual de Educação de Pernambuco. A companhia criou um portal de jogos com conteúdos temáticos que hoje é usado pelos alunos de 1,2 mil escolas da rede pública estadual. "Estamos expandindo nossos serviços e a projeção é crescer 80% em 2011", diz Vasconcelos. Sergio Nesteriuk, professor do departamento de ciência da computação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), observa que já existe a vertente "serious games" na indústria de jogos eletrônicos. "Normalmente, os videogames estão associados à diversão, mas cada vez mais estão sendo usados para a educação e o treinamento empresarial." O especialista diz que os games podem ser úteis, mas recomenda alguns cuidados. O processo de criação deve ser acompanhado por educadores, e os jogos precisam ser atrativos porque são destinados a um público acostumado aos jogos comerciais. "O game educacional não tem que competir com os blockbusters, mas se for muito chato, o tiro sairá pela culatra", afirma Nesteriuk. O Colégio Bandeirantes seguiu essa regra ao criar um ambiente de jogos em seu portal para os alunos de espanhol. O projeto foi desenvolvido internamente pelo departamento de tecnologia e envolveu cinco pessoas, incluindo dois professores. "Tivemos o cuidado de equilibrar os elementos para que os alunos pudessem aprender, mas de uma maneira prazerosa", diz Rosemeire, coordenadora do projeto. |
| Fonte: Jornal Valor Econômico |
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| Reitores discutem apoio da União para as universidades Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br às 08:57 hs. |
| 15/09/2011 - Ao lado dos demais reitores das IES paranaenses, o reitor Júlio Santiago Prates Filho se reuniu, na segunda-feira (12), com o secretário de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Alípio Leal, e o deputado federal Alex Canziani, para tratar sobre possíveis encaminhamentos para que o sistema de ensino superior do Paraná apresente emendas ao plano plurianual do governo federal visando a obter recursos financeiros para serem empregados nas universidades. Um encontro com o ministro da Educação, Fernando Haddad, está sendo agendado com o objetivo de estabelecer um programa de apoio ao sistema estadual de ensino superior que auxilie financeiramente o custeio das universidades. E nesta sexta-feira, Prates Filho e os reitores das IES terão um encontro, no Palácio Iguaçu, com o governador Beto Richa; o chefe da Casa Civil, Durval Amaral; o secretário de Fazenda, Luiz Carlos Hauly; e o secretário de Planejamento e Coordenação Geral, Cássio Taniguchi. Eles discutirão os orçamentos de 2011 e 2012 para as universidades, contratações de servidores e a readequação da carreira de professores. |
| Fonte: Portal UEM |
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Games na educação
terça-feira, 6 de setembro de 2011
EaD e o sistema prisional
Educação sempre será um assunto polêmico, pois quando trata-se de buscar igualdade e capacidade de reflexão os "polítiqueiros" ficam assustados, pois não querem correr o risco de ficarem de fora.
A Educação dem qualidade foi, é e será um instrumento de libertação social, para todos.
Por quê será que estão presos? O surgimento do EaD é uma ferramenta democrática de aproximar-se da igualdade e justiça social
A Educação dem qualidade foi, é e será um instrumento de libertação social, para todos.
Por quê será que estão presos? O surgimento do EaD é uma ferramenta democrática de aproximar-se da igualdade e justiça social
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Falta de tempo, necessidade de um diploma de curso superior e mensalidades com valores baixos. Esses são os principais motivos pelos quais cada vez mais jovens buscam a educação à distância (EaD), modalidade de ensino que cresce em ritmo acelerado no Brasil. De acordo com o último censo do ensino superior do Ministério da Educação (MEC), o número de matrículas subiu de 40,7 mil matrículas, em 2002, para 838,1 mil em 2009, um aumento de 2.059%.
Ainda segundo o censo do MEC, o número de cursos à distância oferecidos no país cresceu quase 20 vezes entre 2002 e 2009, saltando de 46 graduações abertas para 844 no mesmo intervalo - um crescimento de 1.834% em sete anos. E esses números devem aumentar. A previsão do MEC é que o Brasil tenha até o final do ano cerca de um milhão de estudantes universitários matriculados em cursos à distância. Segundo o órgão, atualmente o país contabiliza aproximadamente 870 mil estudantes nesta modalidade de ensino. O número total de alunos matriculados será divulgado no Censo da Educação Superior, previsto para ser apresentado ainda este ano.
Segundo Osiris Mannes Bastos, diretor acadêmico das Faculdades Fael, da Lapa, o crescimento da procura pelo ensino à distância aumentou devido à correria que o dia a dia impõe às pessoas. "Hoje em dia é difícil arrumar tempo para se dedicar aos estudos. Todos têm compromissos profissionais e familiares, enfrentam trânsito e isso contribui para o crescimento do ensino à distância. E essa procura deve aumentar nos próximos anos", afirma Bastos.
Para Benhur Etelberto Gaio, diretor acadêmico das instituições de ensino superior do Grupo Uninter, de Curitiba, o modalidade de ensino é inclusiva e por isso cresce a cada dia que passa no Brasil. "Muitas pessoas estão distantes da sua formação profissional, seja em que nível for, por diversas dificuldades de acesso a uma instituição de ensino: longos deslocamentos, horário de trabalho, valor das mensalidades, entre outros", diz Gaio.
Perfil
O estudante de EaD tem alguns diferenciais. Ao contrário do curso presencial, é ele quem vai conduzir o próprio estudo, e não o professor. O estudante precisa se organizar e dividir bem o tempo. Dados do censo 2009 da Associação Brasileira de Educação à Distância (ABED) apontam que 53,4% dos alunos de EaD são mulheres e a faixa etária mais presente é a que vai de 30 a 34 anos. "Também é uma modalidade de aprendizagem adequada às pessoas mais experientes e com necessidades de formação para aperfeiçoamento na vida profissional", ressalta Gaio.
Flexibilidade nos horários atrai alunos
A possibilidade de poder planejar os horários de estudo, podendo conciliar com compromissos profissionais e familiares ao longo do curso, tem sido o fator principal para que os estudantes procurem o ensino à distância. É o caso do gerente comercial, Nilton Neves, que conclui a pós-graduação em educação na Fael. Ele afirma que a flexibilidade da carga horária do curso pesou no momento da escolha. "Você tem a facilidade de estudar na hora que bem entender e isso é excelente já que você planeja seu tempo de acordo com suas necessidades", conta.
O bancário Samuel Tavares, de Varginha, Minas Gerais, segue a mesma linha. Ele se formou Processos Gerenciais pela Facinter e por questão de tempo, optou por um curso à distância. "Consegui um diploma em dois anos, fazendo as aulas quando eu podia, sem nenhuma obrigação de horário. Então, essa questão de tempo influenciou muito na minha escolha", diz.
Outro fato abordado pelos dois profissionais é a questão do preço das mensalidades. Ambos pagaram cerca de R$ 200 por mês durante os dois anos de curso. "Se você pesquisar, uma mensalidade de qualquer faculdade ou pós-graduação não custa menos do que 500 reais. Já no EaD não paguei nem a metade disso e ainda planejava meus horários de estudo", afirma Neves.
Aulas pela internet
O MEC determina que as instituições de ensino à distância ofereçam polos de apoio educacionais para os cursos de formação superior. Já para os cursos de extensão e pós-graduação, as aulas podem ser todas feitas à distância. Os meios para se assistir as aulas são os mais variados: material impresso distribuído pelo correio, transmissão de rádio ou TV, fitas de áudio ou de vídeo, redes de computadores, sistemas de teleconferência ou videoconferência e até telefone.
Mercado de trabalho aberto
Ao contrário do que muitos pensam, os profissionais formados através da educação à distância têm boa receptividade do mercado de trabalho. Segundo Osiris Mannes Bastos, das Faculdades Fael, não existe mais uma resistência dos empregadores em dar oportunidade às pessoas oriundas do EaD. "O mercado procura por profissionais realmente qualificados, independente da formação. Além disso, atualmente muito dos empregadores são formados ou já fizeram algum tipo de curso à distância", relata.
Benhur Etelberto Gaio, do Grupo Uninter, também afirma que o mercado absorve os profissionais oriundos do EaD e os reconhece como plenamente habilitados, mas acredita ainda haver um pouco de resistência. "Temos setores retrógrados na nossa sociedade e, infelizmente, as resistências estão focadas justamente em alguns conselhos de classe que deveriam ser exatamente os primeiros a apoiar a ensino à distância como oportunidade para pessoas que nunca conseguiriam atingir o ensino superior se dependesse de cursos na modalidade presencial", diz.
Para o gerente comercial Nilton Neves, que fez pós-graduação em educação na Fael, o processo de inclusão no mercado de trabalho ocorreu de maneira tranquila. "Comigo não aconteceu nenhum problema e passei na minha primeira entrevista. Acredito que não há mais aquela resistência aos diplomas de EaD. Muito pelo contrário, o mercado está cada vez mais acostumado com esses profissionais", afirma.
Ainda segundo o censo do MEC, o número de cursos à distância oferecidos no país cresceu quase 20 vezes entre 2002 e 2009, saltando de 46 graduações abertas para 844 no mesmo intervalo - um crescimento de 1.834% em sete anos. E esses números devem aumentar. A previsão do MEC é que o Brasil tenha até o final do ano cerca de um milhão de estudantes universitários matriculados em cursos à distância. Segundo o órgão, atualmente o país contabiliza aproximadamente 870 mil estudantes nesta modalidade de ensino. O número total de alunos matriculados será divulgado no Censo da Educação Superior, previsto para ser apresentado ainda este ano.
Segundo Osiris Mannes Bastos, diretor acadêmico das Faculdades Fael, da Lapa, o crescimento da procura pelo ensino à distância aumentou devido à correria que o dia a dia impõe às pessoas. "Hoje em dia é difícil arrumar tempo para se dedicar aos estudos. Todos têm compromissos profissionais e familiares, enfrentam trânsito e isso contribui para o crescimento do ensino à distância. E essa procura deve aumentar nos próximos anos", afirma Bastos.
Para Benhur Etelberto Gaio, diretor acadêmico das instituições de ensino superior do Grupo Uninter, de Curitiba, o modalidade de ensino é inclusiva e por isso cresce a cada dia que passa no Brasil. "Muitas pessoas estão distantes da sua formação profissional, seja em que nível for, por diversas dificuldades de acesso a uma instituição de ensino: longos deslocamentos, horário de trabalho, valor das mensalidades, entre outros", diz Gaio.
Perfil
O estudante de EaD tem alguns diferenciais. Ao contrário do curso presencial, é ele quem vai conduzir o próprio estudo, e não o professor. O estudante precisa se organizar e dividir bem o tempo. Dados do censo 2009 da Associação Brasileira de Educação à Distância (ABED) apontam que 53,4% dos alunos de EaD são mulheres e a faixa etária mais presente é a que vai de 30 a 34 anos. "Também é uma modalidade de aprendizagem adequada às pessoas mais experientes e com necessidades de formação para aperfeiçoamento na vida profissional", ressalta Gaio.
Flexibilidade nos horários atrai alunos
A possibilidade de poder planejar os horários de estudo, podendo conciliar com compromissos profissionais e familiares ao longo do curso, tem sido o fator principal para que os estudantes procurem o ensino à distância. É o caso do gerente comercial, Nilton Neves, que conclui a pós-graduação em educação na Fael. Ele afirma que a flexibilidade da carga horária do curso pesou no momento da escolha. "Você tem a facilidade de estudar na hora que bem entender e isso é excelente já que você planeja seu tempo de acordo com suas necessidades", conta.
O bancário Samuel Tavares, de Varginha, Minas Gerais, segue a mesma linha. Ele se formou Processos Gerenciais pela Facinter e por questão de tempo, optou por um curso à distância. "Consegui um diploma em dois anos, fazendo as aulas quando eu podia, sem nenhuma obrigação de horário. Então, essa questão de tempo influenciou muito na minha escolha", diz.
Outro fato abordado pelos dois profissionais é a questão do preço das mensalidades. Ambos pagaram cerca de R$ 200 por mês durante os dois anos de curso. "Se você pesquisar, uma mensalidade de qualquer faculdade ou pós-graduação não custa menos do que 500 reais. Já no EaD não paguei nem a metade disso e ainda planejava meus horários de estudo", afirma Neves.
Aulas pela internet
O MEC determina que as instituições de ensino à distância ofereçam polos de apoio educacionais para os cursos de formação superior. Já para os cursos de extensão e pós-graduação, as aulas podem ser todas feitas à distância. Os meios para se assistir as aulas são os mais variados: material impresso distribuído pelo correio, transmissão de rádio ou TV, fitas de áudio ou de vídeo, redes de computadores, sistemas de teleconferência ou videoconferência e até telefone.
Mercado de trabalho aberto
Ao contrário do que muitos pensam, os profissionais formados através da educação à distância têm boa receptividade do mercado de trabalho. Segundo Osiris Mannes Bastos, das Faculdades Fael, não existe mais uma resistência dos empregadores em dar oportunidade às pessoas oriundas do EaD. "O mercado procura por profissionais realmente qualificados, independente da formação. Além disso, atualmente muito dos empregadores são formados ou já fizeram algum tipo de curso à distância", relata.
Benhur Etelberto Gaio, do Grupo Uninter, também afirma que o mercado absorve os profissionais oriundos do EaD e os reconhece como plenamente habilitados, mas acredita ainda haver um pouco de resistência. "Temos setores retrógrados na nossa sociedade e, infelizmente, as resistências estão focadas justamente em alguns conselhos de classe que deveriam ser exatamente os primeiros a apoiar a ensino à distância como oportunidade para pessoas que nunca conseguiriam atingir o ensino superior se dependesse de cursos na modalidade presencial", diz.
Para o gerente comercial Nilton Neves, que fez pós-graduação em educação na Fael, o processo de inclusão no mercado de trabalho ocorreu de maneira tranquila. "Comigo não aconteceu nenhum problema e passei na minha primeira entrevista. Acredito que não há mais aquela resistência aos diplomas de EaD. Muito pelo contrário, o mercado está cada vez mais acostumado com esses profissionais", afirma.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Metodologia e Gestão de Educação a Distância - Faculdade Anhanguera de Indaiatuba -
O significado da Educação a Distância e comparações com a Educação presencial. A utilização da EaD a praticamente mais de um século pela Europa e EUA, bem como suas principais ferramentas e tecnologias. A quebra de paradigmas para docentes e discentes e os modelos pedagógicos que a fundamentam.
A história da EaD do uso dos correios, as diferentes tecnologias utilizadas, rádio, games, mundos virtuais, TV e internet.
A EaD no Brasi (Instituto Monitor, Instituto Universal Brasileiro) através dos correios, estudos de mercado e dados estatísticos e iniciativas como a Universidade Aberta.
Os setores como design e designer instrucional e suas diversificas atuações na Educação a Distância.
Foi proveitoso por abrir uma visão de mundo que não tinha e comprovação de sua utilidade nos dias de hoje, onde a dificuldade de administrar o tempo torna-se cada vez mais necessária.
O significado da Educação a Distância e comparações com a Educação presencial. A utilização da EaD a praticamente mais de um século pela Europa e EUA, bem como suas principais ferramentas e tecnologias. A quebra de paradigmas para docentes e discentes e os modelos pedagógicos que a fundamentam.
A história da EaD do uso dos correios, as diferentes tecnologias utilizadas, rádio, games, mundos virtuais, TV e internet.
A EaD no Brasi (Instituto Monitor, Instituto Universal Brasileiro) através dos correios, estudos de mercado e dados estatísticos e iniciativas como a Universidade Aberta.
Os setores como design e designer instrucional e suas diversificas atuações na Educação a Distância.
Foi proveitoso por abrir uma visão de mundo que não tinha e comprovação de sua utilidade nos dias de hoje, onde a dificuldade de administrar o tempo torna-se cada vez mais necessária.
EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
Metodologia e Gestão de Educação a Distância - Faculdade Anhanguera de Indaiatuba -
O significado da Educação a Distância e comparações com a Educação presencial. A utilização da EaD a praticamente mais de um século pela Europa e EUA, bem como suas principais ferramentas e tecnologias. A quebra de paradigmas para docentes e discentes e os modelos pedagógicos que a fundamentam.
A história da EaD do uso dos correios, as diferentes tecnologias utilizadas, rádio, games, mundos virtuais, TV e internet.
A EaD no Brasi (Instituto Monitor, Instituto Universal Brasileiro) através dos correios, estudos de mercado e dados estatísticos e iniciativas como a Universidade Aberta.
Os setores como design e designer instrucional e suas diversificas atuações na Educação a Distância.
Foi proveitoso por abrir uma visão de mundo que não tinha e comprovação de sua utilidade nos dias de hoje, onde a dificuldade de administrar o tempo torna-se cada vez mais necessária.
O significado da Educação a Distância e comparações com a Educação presencial. A utilização da EaD a praticamente mais de um século pela Europa e EUA, bem como suas principais ferramentas e tecnologias. A quebra de paradigmas para docentes e discentes e os modelos pedagógicos que a fundamentam.
A história da EaD do uso dos correios, as diferentes tecnologias utilizadas, rádio, games, mundos virtuais, TV e internet.
A EaD no Brasi (Instituto Monitor, Instituto Universal Brasileiro) através dos correios, estudos de mercado e dados estatísticos e iniciativas como a Universidade Aberta.
Os setores como design e designer instrucional e suas diversificas atuações na Educação a Distância.
Foi proveitoso por abrir uma visão de mundo que não tinha e comprovação de sua utilidade nos dias de hoje, onde a dificuldade de administrar o tempo torna-se cada vez mais necessária.
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